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A RESILIENTE HÉLIDA MENDONÇA


Postado por: admin em novembro 3, 2017 @ 1:46 am

Uma das fundadoras da Forno de Minas fala sobre a receita caseira que deu certo e os planos para levar o pão de queijo a todo o mundo.

Sempre quis mais. É preciso ir, crescer. “Igual a um rio pequeninho, que vai aumentando e quer chegar ao mar.” Há o mundo pela frente para a receita caseira que virou pequeno negócio com 3 colaboradores, 1 máquina, 1 carro, depois 5, 10, 20… Expandiu, cresceu aos olhos de investidores norte-americanos, foi parar nas mãos deles, retornou aos antigos donos, mineiros, há 8 anos. “A volta foi mais difícil. Havia uma estrutura maior, custo altíssimo. O tempo que planejamos para a produção, a distribuição não casou, mas se fizemos uma vez, tínhamos que fazer a segunda”, diz Hélida Mendonça, diretora e uma das fundadoras da Forno de Minas. A terceira, a quarta… não para por causa de dificuldade, há de persistir, acreditar que vai dar certo.

Incorporou a palavra resiliência à sua vida, gosta de vendê-la, vai mostrar a “Receita caseira que faz sucesso no mundo” na série Memórias Refletidas 2017, promovida pelo fotógrafo Nélio Rodrigues, dia 25 de outubro, às 9h, no Museu da Moda, em Belo Horizonte. “Começou dentro de casa, as pessoas elogiavam o pão de queijo e aí veio a ideia: vamos fazer para vender. Foi assim, nem sabíamos que ia crescer tanto. Arriscamos”, lembra Hélida, que deixou o consultório de psicologia clínica, antes havia sido professora de inglês, para entrar no negócio com a mãe, Dalva, a dona da receita, e o irmão Helder Mendonça. Nem era muito de cozinha, mas topou o desafio de montar a Forno de Minas, que iria se chamar Fornália, trocado porque havia padaria no Rio de Janeiro com este nome. “Há males que vem para o bem.”

Cuidaram da empresa por quase 10 anos, de 1990 a 1999, quando foi vendida para grupo norte-americano. Continuaram a fornecer o queijo. “A gente pensava que a Forno de Minas, por ter sido comprada por uma multinacional, ia ganhar o mundo, deixar de ser familiar, levar o pão de queijo para todos os países”, afirma Hélida. O conforto que sentia, igual ao de um filho que vai estudar no exterior e só tem a ganhar, desfez-se. “A decepção foi que a marca ficou arranhada.” Era preciso recomeçar, colocar a receita caseira à frente, reconquistar clientes, lustrar mais a marca. “Tinha que persistir.” Superaram as dificuldades nestes 8 anos de retorno. “Precisamos crescer mais. Há o mundo inteiro para vender nossos produtos, não só em Minas, no Brasil.”

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ESTILO MEMÓRIAS REFLETIDAS/Receita caseira que faz sucesso pelo mundo com Hélida Mendonça


Postado por: admin em outubro 30, 2017 @ 12:23 am


RETRATOS MEMÓRIAS REFLETIDAS – MOVIMENTOS CRIATIVOS DE TRANSFORMAÇÃO


Postado por: admin em outubro 2, 2017 @ 5:04 am


ESTILO MEMÓRIAS REFLETIDAS/Movimentos Criativos de Transformação com Agnes Farkasvogyi.


Postado por: admin em outubro 1, 2017 @ 12:03 am



ESTILO MEMÓRIAS REFLETIDAS/A FORÇA DO RECOMEÇO


Postado por: admin em agosto 24, 2017 @ 5:30 pm











 


TALK SHOW MEMÓRIAS REFLETIDAS/ A FORÇA DO RECOMEÇO


Postado por: admin em agosto 4, 2017 @ 3:39 am

A FORÇA DO RECOMEÇO

A dor, a crise ou um fim de um relacionamento podem ser transformados em força para recomeçar. Para que isso aconteça, é preciso estar atento e ter paciência, serenidade, perseverança e fé. Nesse processo, o desenvolvimento do autoconhecimento e o olhar para as habilidades são fundamentais. “Muitas vezes precisamos dar uma pausa na vida, parar e refletir”, afirma a psicóloga Shirlei Fernandes Ireno, sócio-fundadora da Sl- Fernandes Consultores Associados. Idealizadora do projeto Café com Vida, Autoconhecimento e Espiritualidade, ela tem se dedicado a esses temas e terapias holísticas. A experiência de Shirlei veio depois de abandonar uma rotina atribulada de até 12 horas de trabalho diário, por uma temporada em comunidade espiritual na Itália. “Entendi novos valores. As pessoas são muito mais importantes do que as coisas e podem viver juntas, em comunidade e de forma simples”, diz.

Shirlei será uma das três entrevistadas do fotógrafo Nélio Rodrigues no MUMO, em 23 de agosto, 9h, dentro do projeto Memórias Refletidas.   A estilista Maria Antônia Calmon e a empresária Giuliana Moreira Serafim, proprietária da joalheria Zimbabwe,  também farão parte do bate-papo informal com o fotógrafo. Com o tema “A Força do Recomeço”, Nélio abordará os desafios de se reinventar todos os dias. As entrevistadas contarão suas experiências pessoais, como superaram dores e fizeram do limão uma limonada.

Como se reinventar aos 50 anos? A estilista Maria Antônia Calmon falará sobre este temano encontro. “A minha energia para trabalhar foi incansável ao longo da vida. Acabei esquecendo o que estava a minha volta”, afirma. O sinal de alerta veio quando sofreu a dor de perder tudo que tinha construído durante anos. “Ela (a energia) pode ser positiva ou um desastre. Resolvi olhar de forma otimista, buscar melhores opções de trabalho, ousar mais, me permitir ser feliz”, diz Maria Antônia. A cobrança no universo da moda muitas vezes é cruel. “Mas não podemos esquecer que a beleza vem de dentro para fora, não é só estética. E amadurecer não é envelhecer”, analisa Maria Antônia, que já foi modelo fotográfico. Ela afirma que ao longo da vida não viveu com o equilíbrio necessário para chegar onde queria. “Quando me vi sem aquela coisa que tinha focado, perdi o chão”, desabafa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A empresária Giuliana Moreira Serafim, proprietária da joalheria Zimbabwe, gosta de dizer que recomeça todos os dias. “Eu não tenho problema com essa palavra e nem com essa atitude”, afirma. Mas para que isso aconteça, diz, a pessoa tem que reconhecer em primeiro lugar suas habilidades e entender quais são os desafios que pode propor. “E é preciso humildade e coragem para entender que não estamos fazendo a coisa de forma adequada”. Ela avalia que, com a instabilidade econômica do país, fica mais difícil cumprir o planejamento e por isso é preciso reinventar-se diariamente. “Nesse processo, é bom criar situações de afastamento para dar uma ventilada no cérebro”, diz.

Essas três mulheres têm muito a ensinar e são provas de que o momento de dor é também uma oportunidade para desenvolver a criação.

 

 


ESTILO MEMÓRIAS REFLETIDAS/ TALK SHOW RENATO LOUREIRO


Postado por: admin em junho 29, 2017 @ 3:25 pm










OLHAR DESCOLADO PARA FAZER FOTOS COM CELULAR


Postado por: admin em junho 18, 2017 @ 3:19 am

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ESTILO MEMÓRIAS REFLETIDAS – A CASA NÔMADE


Postado por: admin em junho 1, 2017 @ 3:28 pm

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